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[Domingo, Fevereiro 06, 2005]

Pitty volta com tudo para Salvador

Estava na hora Pitty entrar no Palco 2005 do Festival e a grade que dá acesso aos bastidores estava lotada de uma legião de fãs que gritavam e cantavam as músicas da cantora baiana. Ela passa pedindo para que todos fossem à frente do palco. O pedido torna-se uma ordem.

A guitarra distorcida e a microfonia tradicional do puro rock n roll anunciam a entrada da roqueira no palco. Já nos primeiros acordes, a poeira literalmente levantou com a música Admirável Chip Novo (nome do único disco da cantora). Os roqueiros baianos estão diante de seu mais novo ídolo..

A Bahia lançou grandes nomes da cena rock no Brasil a exemplo de Raul Seixas e Camisa de Vênus; e Pitty vem dando seqüência a essa trilha mostrando o verdadeiro celeiro musical que existe na terra de todos os santos e de todos tons.

"Aqui o sistema mudou" anuncia Pitty e lança a música Semana que Vem. Em seguida, na música Lobo, pega sua guitarra e junta-se ao mais novo integrante da banda, Martin. Ele está no lugar de Pêu, que decidiu seguir outros projetos musicais. Martim toca também na banda baiana Cascadura e já era amigo do pessoal da banda.

Pitty estava completamente à vontade no palco, mostrando a intimidade que já está com grandes festivais. No último dia 15, a baiana se apresentou no Planeta Atlântida e levantou o público também em Florianópolis. Estava tão vontade, que relembrou o tempo de Inkoma - sua antiga banda - e soltou sua nova música Seu Mestre Mandou. "Vamos mandar um hardcore para abrir umas rodas balas aí", diz a roqueira. A galera se empolga e manda ver nos "bate-cabeça".

A arena volta a pular muito quando foi anunciado o sucesso Teto de Vidro. "A pessoas que gostam e curtem a gente gostam do jeito que a gente é", emociona-se a cantora ao falar com o público de sua terra.

Nem só de músicas pesadas é o show de Pitty. Dando um contraponto às guitarras, um violão acompanhou a música Temporal. E depois o solo do clássico Stairway to Heaven, de Led Zeppelin, introduziu o sucesso atual Equalize.

Para encerrar o show, Pitty não podia deixar de fora duas músicas:
I Wanna Be e Máscara. "Há 10 anos que a gente toca em Salvador e nunca
fizemos um show para tanta gente", comemora.


por phodas * Domingo, Fevereiro 06, 2005

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Pitty eletriza o Planeta com rock visceral

Baiana avisa que deseja retornar em outras edições do festival
Os fãs de Pitty mostraram que têm energia de sobra. Pularam e cantaram durante todo o show. A sintonia era perfeita com o palco. O rock n´roll visceral da baiana conquistou os planetários. Sucessos como Admirável Chip Novo, Teto de Vidro e Máscara não faltaram.

Mas, antes de qualquer composição própria ¿ Pitty assina todas as músicas de seus CDs ¿, ela provocou o público e adiantou que faria um show memorável na 10ª edição do Planeta Atlântida: abriu interpretando com maestria Bang Bang (My Baby Shot Me Down), da trilha sonora do cultuado Kill Bill, de Quentin Tarantino.

Novidades também não faltaram:

¿ Sei que a galera do Sul se amarra num hardcore, disse.

E aceitou o desafio de mostrar à galera entendida no assunto Seu Mestre Mandou, música que deverá integrar o próximo disco da roqueira. A resposta? Vibração total dos fãs.

Pitty apresentou a versão para lá de peculiar de Deus Lhe Pague, de Chico Buarque, e não desapontou fãs na romântica Equalize.

Antes de deixar o palco, a baiana desejou:

¿ Que este seja o primeiro de muitos Planetas!

A julgar pela energia da noite deste sábado, o público também aposta que sim. Pitty tocou em Atlântida acompanhada por Martin, na guitarra, Joe, no baixo, e Duda, na bateria.


por phodas * Domingo, Fevereiro 06, 2005

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Pitty


de artista da cena do rock underground baiano à cantora do cenário nacional, pitty, que já está vivendo em são paulo há dois anos, voltou a salvador após quase um ano afastada dos palcos soteropolitanos para show na concha acústica. a seguir, confira a entrevista com essa baiana que se diz tímida e ainda pouco acostumada com a fama e o fato de estar sendo observada pelos outros.

ibahia - sobre o show da concha, que foi uma apresentação quase que independente, porque isso? foi saudade da terra mesmo, já que você estava sem se apresentar aqui desde o festival de verão?
pitty - vamos falar assim mesmo, de tocar em casa. na verdade me incomodava essa coisa da gente tocar em tudo quanto é canto do país e não ter a oportunidade de fazer um show decente aqui em salvador. aí eu esperei um ano e nada aconteceu e daí eu falei porra, vamos fazer um para ver o que é que rola. eu falo no sentido de botar a mão na massa, voltar aos tempos do inkoma e fazer show de novo.

ibahia - o seu som mudou bastante com a sua carreira solo. quais são as novas influências?
pitty - na verdade eu acho que a gente está sempre mudando, sempre se reciclando. se a gente olhar para a gente mesmo a gente não pensa as mesmas coisas que há dez anos, cinco anos atrás. realmente o som mudou, mas mudou porque eu já tava afim de mudar, era uma coisa que eu queria fazer, na verdade eu sempre quis. eu tive outras influências que não fossem hardcore. o inkoma era uma banda de punk rock/hardcore e eu queria falar outras coisas. agora tem hardcore no repertório, mas tem outras paradas também. eu sentia a falta de ter outros ritmos. influências novas também, tem uma banda que eu tô pirada, que se chama mars volta, uma banda gringa americana que tocou no tim festival agora e é legal pra caralho. um som pesado e tal, mas rola umas melodias.

ibahia - você tocou no festival de verão ano passado e vai tocar novamente este ano. o que mudou neste tempo e o que você prepara para este show no festival de verão?
pitty - mudei pra caramba. na verdade eu estava vendo agora as imagens do show do festival de verão que a estava passando no jornal e eu fiquei de cara olhando. nossa, parecia outra banda, sacou? diferente pra c..., parecia outra coisa. agora muda tudo, essa história de estar nesse lado todo dia você acaba amadurecendo algumas coisas, mudando o repertório. e o repertório está sempre mudando mesmo porque a gente enjoa.

ibahia - e já te alguma coisa do próximo álbum que será lançado no ano que vem?
pitty - já tem algumas músicas prontas, inclusive duas que a gente vai tocar no show também, mas aí como a gente está planejando gravar em fevereiro, eu só vou formatar realmente o material quando a gente entrar no estúdio agora no fim do ano.

ibahia - mas já sabe mais ou menos a linha que vai seguir, o estilo será o mesmo?
pitty - acho que não, é rock mesmo, vamos continuar desenvolvendo esta linha aí. mas eu também não consigo fazer música pensando no que vai ser, eu deixo a música vir, do jeito que vier, veio. é verdade, eu não consigo fazer pensando ¿ah, tem que ser assim¿.

ibahia - o que mudou na pitty que fazia show no idearim, calypso, santana (agora havana) para esta de agora, que está no mainstream?
pitty - em mim não mudou nada (risos). no final das contas eu sou a mesma pessoa tanto tocando no calypso como tocando no estádio do minerão. não mudou nada, a diferença é que agora a gente fala para mais pessoas. na minha essência, se eu estivesse sempre tocando no calypso estaria a mesma coisa.

ibahia - e a relação com os fãs? agora há pouco tinha umas meninas do fã clube poder pitty gritando, e antigamente você trabalhava na redley, andava no shopping, não tinha esse assédio. como é isso?
pitty - essa é uma coisa que eu ainda estou me acostumando porque eu sempre fui uma pessoa muito livre, sempre gostei de fazer as coisas do jeito que eu queria, na hora que eu queria. nunca gostei muito de ser observada, sempre fui mais de observar. agora isso mudou um pouco, sou eu quem sou a observada. sou eu que as pessoas ficam olhando e eu fico meio tímida na verdade porque sei lá, é meio esquisito ter alguém vigiando o que você está fazendo, mas na verdade faz parte da parada que eu escolhí fazer, sacou? então é só uma questão de ter um limite. eu acho bala quando as pessoas vem falar comigo que foram ao show e curtiram, que estão curtindo o meu som ou que viram o clipe e acharam massa. isso eu acho legal pra caramba porque é o reconhecimento do que eu estou fazendo. a coisa de ter os fãs, ter o fã clube, de ter a galera se mobilizando, viajando na parada, se dedicando a ponto de dedicar algumas horas do dia para aquilo, isso para mim é muito satisfatório. é muito bom saber, mas aí é bom você dar a medida, não deixar de ter a sua vida própria, de deixar de ser quem você é para agradar os outros.

ibahia - há um tempo atrás a gente não via tantas meninas frequentando shows de rock. eu comecei a ver mais com as apresentações do inkoma, a she´s. você acha que contribuiu para essa participação feminina?
pitty - não sei, para mim é difícil perceber isso, eu acho que a gente tem que perguntar para elas (risos). porque eu não sei, de repente sim, mas de repente era uma coisa que já tava para rolar mesmo. mas eu gosto de ter mais menina na parada, eu sempre incentivo na verdade. eu recebo muito cd, muita menina troca idéia comigo por e-mail e fala ¿pô, eu tenho uma banda, comecei a tocar¿. as vezes até comenta, ¿comecei a tocar porque achei massa você tocando e ví que poderia fazer também¿. eu acho legal. tem que ter espaço para todo mundo, homem, mulher, máquina.

ibahia - você está começando a se destacar nacionalmente agora, mas já há algum plano para o futuro no sentido de lançar algum selo ou se firmar como produtora justamente para lidar com essas bandas mais undergrounds?
pitty - essa é uma idéia que eu já viajei, mas no atual momento da minha vida eu não tenho condições de pensar mais nada. então se fosse acontecer seria um projeto bem para o futuro. mas é legal, o mike beaton fez isso né? é massa, o selo dele lança umas bandas bem legais. isso é para quando eu ficar mais coroa, cansar dessa vida na estrada. provavelmente vai ser uma coisa legal de fazer quando eu for mais velha.

ibahia - o dvd que você lançou recentemente tem um formato um pouco diferente, alguns documentários. como surgiu essa idéia?
pitty - eu já estou de saco cheio de chegar em prateleira dvd de show, acho meio sacal, na verdade esse é um formato que já está até meio gasto. então eu não queria fazer um dvd de show, até porque a gente só tem um disco e tal. eu queria ter a oportunidade de mostrar a banda, além da banda do clipe, além da banda da música na rádio, além dessa imagem que a mídia passa. eu queria que as pessoas tivessem a oportunidade de conhecer a gente na essência, que é a gente tocando no inferninho onde começamos, que várias bandas começaram, a gente junto com as bandas que fazem parte da nossa galera, dos nossos amigos. o segundo documentário é a gente em estúdio fazendo versões de músicas que são importantes para nós de alguma forma, que também serve para situar a galera no que a gente já ouviu ou está ouvindo. é engraçado que quando nós lançamos o dvd e estávamos fazendo a divulgação os jornalistas ficavam um pouco confusos ¿mas você é maluca, que porra é essa, que viajem é essa¿, não estendia direito porque tava todo mundo acostumado com dvd de show. aí eu falava ¿velho, lembra do the clash, do sex pistols, das bandas de punk rock da década de 70? a galera fazia documentário e era bacana sacô? e porque não fazer uma coisa diferente?¿ eu não penso em sucesso comercial, em seguir o fluxo, em nada disso. eu penso em fazer alguma coisa que seja bacana e que vai servir de informação para as pessoas também. e tá rolando, tem uma galera que está se amarrando e é isto que importa.

ibahia - como você avalia a cena musical baiana, ou melhor, o rock baiano?
pitty - eu estou morando fora há dois anos, então o que eu sei é mais o que eu ouço a galera comentar e o contato que eu tenho com as pessoas daqui. eu acho o seguinte: tem muito disco bom sendo lançado, muita banda boa, mas ainda rola uma escassez de lugar para tocar que é meio complicado. as vezes a banda tem um disco massa, legal pra caramba, mas não tem onde mostrar o trabalho ao vivo para o público. um lugar de médio porte é o que eu acho que falta em salvador. você tem alguns lugares pequenos, para 200/300 pessoas e outros grandes como a concha acústica, para 5.000. você não tem aquele lugar ali para 800/1000 pessoas, que de repente dá para fazer um festivalzinho com cinco bandas. na época que tinha o inkoma a gente conseguia fazer isso no casablanca, no circo picolino, hotel pelourinho, em outros lugares. então existia esse lugar de médio porte e era bacana, juntava cinco bandas, umas 1000 pessoas e era massa. acho que falta isso e uma rádio bala de rock. lá em são paulo é impressionante, eu não tenho cd no carro, só ouço rádio. e é massa, sacou? aqui rola esse monopólio cultural. eu fico imaginando as pessoas que não têm dinheiro para comprar disco, que não têm computador em casa para baixar mp3, que só tem o rádio como opção. então liga o rádio e só ouve a mesma coisa, então isso é meio triste.

ibahia - e já que você falou de mp3, o que você acha disso e do lance da pirataria?
pitty - pirataria é f..., mas baixar música na internet não é o que acaba com a vida da gente não, é mais a pirataria de rua mesmo que é feita em larga escala a nível industrial. é difícil julgar porque o cara que tá ali vendendo na verdade está arranjando uma alternativa para a vida dele porque não arrumou um emprego, mas é trocar seis por meia dúzia é gerar um subemprego para o cara que está vendendo o cd por r$ 6,00 na rua e tirar o emprego do cara que estava empacotando o cd na fábrica, que também é um pai de família e precisa ganhar o salário dele para se manter. não resolve a questão do desemprego. a pirataria de rua é o fim e só faz deteriorar tudo. e mp3 eu acho bala, a informação tem que circular mesmo. para nós, pelo menos, acontece muito de pessoas de outros países entrarem em contato com a gente porque ouviram a música pela internet, pois o selo da gente ainda não tem uma distribuição gringa, é nacional. a galera lá fora só consegue ouvir nosso som pela internet. conheci muita gente através da mídia mp3 também.


por phodas * Domingo, Fevereiro 06, 2005

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por phodas * Domingo, Fevereiro 06, 2005

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PLANETA ATLÂNTICA



por phodas * Domingo, Fevereiro 06, 2005

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[Domingo, Janeiro 30, 2005]



Pitty prende a atenção de público e músicos
Curiosidade marcou a estréia da baiana no Planeta Atlântida

Não foi às 20h50min deste sábado, dia 15, a estréia de Pitty no Planeta Atlântida. A baiana já havia surpreendido com uma canja repentina cantando Scentless Apprentice, do Nirvana, no show do CPM 22, às 6h30min deste mesmo dia, na primeira etapa da 8ª edição catarinense do festival. Mas só à noite o palco seria dela.

Chegada a hora, a cantora tomou posse do espaço com o cartão de visita: a faixa Admirável Chip Novo, título do primeiro disco. Depois de Semana Que Vem e Só De Passagem, falou para a multidão que a fitava como a grande curiosidade do evento ¿ o detalhe é que no backstage, os músicos também se acotovelavam para assistir à moça.

Pitty disse estar honrada em participar do festival, do qual ouviu falar muito bem, e desejou "vida longa ao Planeta". Contou também que recebeu emails lembrando que ela seria a única menina na agenda musical em Floripa:

¿ Nunca quis ser representante de porra nenhuma, mas espero que as meninas se sintam um pouquinho representadas por mim. E pra quem não sabe, esse é o nosso primeiro show do ano. Tô no maior gás. Foram só três músicas e eu já tô sem fôlego.

Não era verdade. A voz segurou firme durante uma hora de palco, decerto fazendo alguns refletir com seus botões: "e não é que ela canta mesmo". E compõe. Todas as faixas do álbum levam sua assinatura.

Em O Lobo, dedilhou acordes de guitarra. Trocou de intrumento para tocar Teto de Vidro e Brinquedo Torto, esta última canção nova selecionada para o próximo disco, para o qual a banda já se prepara para gravar.

Entre Emboscada e I Wanna Be, a lenta Equalize deu um contraponto ao peso da apresentação. Os covers do repertório vieram com um arranjo original para Deus Lhe Pague, de Chico Buarque, e um trecho à capela de Changes, do Black Sabbath, cantado em meio à última música da banda e primeiro hit da carreira, Máscara.



por phodas * Domingo, Janeiro 30, 2005

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[Domingo, Janeiro 23, 2005]

EPOCA DO SHES FODAA!!



por phodas * Domingo, Janeiro 23, 2005

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CEARÁ MUSIC!!


por phodas * Domingo, Janeiro 23, 2005

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Lida com as migass!!!


por phodas * Domingo, Janeiro 23, 2005

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AMO ESSA MUSICAA!!!!Esse blog ruiva_satanica he meu Jaque!


por phodas * Domingo, Janeiro 23, 2005

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[Sábado, Janeiro 15, 2005]

VAMOS SENTIR SUA FALTAAA!!!


por phodas * Sábado, Janeiro 15, 2005

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:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: HISTÓRIA :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::.
Peu, Pitty, Joe e Duda se conhecem há muito tempo. Desde o começo dos anos 90, quando se formou em Salvador uma cena bastante rica, com nomes como Uteros em Furia, Matter Marrie, Cravo Negro, brincado de deus, Dr. Cascadura, The Dead Billies. E aí vieram na seqüência Dois Sapos e Meio, Lisergia, Inkoma, Dink Dau. Cada um tinha sua banda e tocavam nos mesmos picos de underground de Salvador.
Mais tarde, quando suas respectivas bandas acabaram, continuaram desenvolvendo projetos juntos; Duda e Peu tocaram na Diga Ai Chefe, Peu e Pitty já tinham gravado algumas canções no violão e tocado juntos na banda de Galvão, e os quatros inventaram o Projeto Nirvana, uma banda que tocava todo mês de Abril para homenagear a morte de Cobain.
Quando apareceu a oportunidade de Pitty gravar um disco, foi muito natural convocar os amigos e músicos que admirava sua banda .
A bagagem que os quatros possuem da vivência no rock de Salvador, a convivência de anos, as semelhanças e diferenças entre eles, resultou numa banda inusitada.
Uma batera que toca pesado, um baixista simples e direto, um guitarrista nervoso e uma vocalista que equilibra a melodia e berro na medida. E é no palco que essas personalidades tão diferentes se completam.





por phodas * Sábado, Janeiro 15, 2005

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[Sexta-feira, Janeiro 07, 2005]

JOE,DUDA,PEU(EX GRUITARRISTA) E PITTY


PITTY ESCLARECENDO TUDO NO BOTECO!!!

2005 chega já na pilha....05/01/2004

Voltei hoje à vida virtual e me deparei com esse caos.
Bom, vamos por partes, como diria Jack o Estripador.
Sim, Peu saiu da banda.
Pra quem acha q a banda existe de Equalize pra cá com certeza não acompanhou a transição Luciano- Pêu, q foi extremamente pacífica, assim como essa agora.
Conversamos os quatro e decidimos q , por estarem havendo divergencias de opinião com relação a caminhos, atitudes, projetos, etc, seria melhor se cada um fosse fazer o q tem vontade. Tudo numa boa. Ninguém saiu na mão, ninguém brigou, ninguém expulsou ninguem.
Comum acordo, buscando a felicidade geral entre nós.

E, no mais, é isso. Bola pra frente. Tem horas na vida em q é preciso agir de um jeito q todos fiquem bem. Se não está bom , tem q mudar mesmo, e pronto.

Quem esta tocando agora com a gente é o Martin, guitarrista baiano da Cascadura, nosso amigo de longa data. Já estamos ensaiando, e pensando no futuro.
Já falei o suficiente desse assunto, e peço a vcs q me ajudem a esclarecer essa fofoca virtual q se formou , e vamos pensar pra frente, nas coisas boas q vem por aí. Chega de se gastar com isso, tenho todo um caminho pela frente e vou me concentrar nele.

bjos!!! 2005 esta so começando!!

P.

* ps- aliás, eu fico de cara com a falta do q fazer desse povo... como neguinho se amarra em vigiar a vida alheia!! Impressionante os absurdos de boatos q eu ouvi a respeito disso... será q esse povo gosta de som mesmo ou são fãs da Caras e o rock é só pra disfarçar!!??




por phodas * Sexta-feira, Janeiro 07, 2005

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FOTOS BASTIDORES!!



por phodas * Sexta-feira, Janeiro 07, 2005

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[Domingo, Dezembro 26, 2004]

ULTIMO POST DO ANO!!FELIZ 2005 PRA GERAL!!
COMENTEN


PREMIO MELHORES DE 2005!!

Som de responsa!
Quem se deu bem e recebeu o prêmio de revelação musical foi Pitty. Sua música de qualidade chegou pra ficar e... A galera agradece!




bom ai galerinha pra vcs vai a Biografia da Pitty...depois colocuu u du Duda..Peu...Joe...

Nome: Priscilla Novaes Leone
Niver: 07/10
Idade: 27 anos
Nascida em: Porto Seguro BA


"Ex vocalista do Inkoma, quando era conhecida como musa do HardCore, título até hoje renegado pela mesma.Adora sebos e cinema. No som, vai de Etta James a Bad Brains, passando por Dead Kennedys, Fatih no more, Pantera, Clara Nunes, Hip Hop, Black e Jazz.
Única mulher da banda, incompreendida pelos homens do grupo, ganhou o carinhoso apelido de TPM crônica. É influenciada e transpõe para suas músicas, filmes, livros e conversas de mesa de bar."


por phodas * Domingo, Dezembro 26, 2004

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